domingo, junho 14, 2009

Escritos amorfos, mofas ridículas

Vai, balãozinho, avoa, avoa! Enchi-te de gás do ego, agora sorri bem lá no alto a todos aqui. Ande, vá... Não beije meus pés assim.
...
Sou um boneco de neve sem luvas, não tenho nariz de cenoura, nem carrego um gorro cinza de lã. Meus olhos não são grandes botões, cachecol nem pescoço possuo. Derreto-me dentro de mim.


Usam-se meias pretas por evito de lavação. Quando ficam duras é sinal maior que de mal cheiro. Dá de se caminhar com elas sem os pés ferir. Tanto como o pé engrossa ao habituar no solo quente-áspero, a meia vira sola. Sapato.


Ele come pudim, pensa no seio, mastiga o bolo, sonha com o recheio. Quando se apercebe da gula está com a mão suja no membro. Já havia ejaculado.


Vou rezar, disse o ateu. Vou cumprir, disse o pagador de promessas. Vou cair, disse Jesus às pressas. Subiu no topo da Eva pra tirar maçã e no sétimo dia se viu crucificado.

2 comentários:

Poeta Jorge Henrique disse...

Gostei de seu espaço, de seus textos e reflexões, de sua "proesia". Realmente, é difícil apreendê-la, a "proesia" pós-moderna, mas um prazer conhecê-la.

Um forte abraço.

Anônimo disse...

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