sábado, agosto 26, 2006

meptyness

No words, I'm blind. Can you read me? Ready? Go! Mrs. White is my name, 'Coz my shame is the light Alone among all the people. Dirty hands hit her arms, She's sneezing. Noise noose. I want to choose the sound of silence. He believes in a black god dressed like a Dog doting. Why? The answer is so shy... Come on, pull my finger! Yes, I really don't know what the hell I'm writting too. My English is poor, My mind is a kind of pure air But you don't care. Find Sur Mehr Feeth under the sea. Me and me and me On Disagree...
Não é pra ler isso, não quero que me vejam a sombra. Ela é branca demais. Boa companhia. Não suportei as pessoas por hoje, aplausos do desconhecido, demoras. Não adianta tentar decifrar, quero o mais salobre dos entruncados, que faça com que desistam todos os aborrecidos. Como eu. Como? Uma azia no estâmago de algo que não comi, não bebi. Senti a saudade mais doída de minha ausência própria. Odeio muitos olhos em cima de mim, prefiro-os sobre a minha música. Falsos abraços. Melhor tivessem sido amputados. Filhos da puta! Não quero amigos, não quero aliados, não quero comoção, porque não existem. Desgosto a imparcialidade e o medo de parecer poeta demais. Eu não sou coisa nem outra, sou eu mesma, feita de um punhado de alteridade. Era inveja, risinho estreito. Impaciência. Onde perdi meu botão desliga? Essa TV mal sintonizada dos humanóides desenhos me provoca entojo, o cheiro do miojo me causa enfado. Já comi Morangos Mofados e aliviei.Queria e não queria ter escrito tudo aquilo. Pra quê? Devia ter cuspido no olho daquele velho e arrancado a cegueira daquela dona. Não gostei dela, era surda também. E agora estou aqui, esperando por alguém que já fiz esperar sob as mesmas circunstâncias. E eu não comprei livro algum, roubei mesmo. E fiz como já tivesse antes feito, com a convicção de quem faz por vingança do capitalismo tão mencionado. Por isso odeio também essa palavra. Sincera, Sin Será? A alça da blusa insistia em cair de frouxa, usei só para me aprumar, e odiei, preferiria estar nua e sozinha. Mas o pior é que estava, sem dar conta. Contando os dias para formar um par que é quase espelho-perfeito, só que diz ele ter o defeito de não ficar bravo. E eu não paguei nem um centavo pelos livros.

2 comentários:

Rogério Kreidlow disse...

Sinto o que sentiste, minha doce. Por isto amo a literatura que contagia a vida, não "a" (que nem merece ser chamada de literatura) mofada em patotas e salões. Um beijo teu, te amo

Tarco Zan disse...

Eu não sei se o que vou dizer tem alguma valia. O que li agora foi um pouco do que senti no dia da premiação. Fiz o que achei ser melhor para fazer o momento especial. Também me senti num circo. Não por vc, tava tão feliz por ti, vibrei ao te ouvir falar NOSSO-GRUPO-TRAÇAS, mas a exposição tbm deu calafrios no estômago. Enfim