sábado, outubro 22, 2005

A Velha Infância


A pele de quem espera sentado
em uma cadeira de balanço
a vida anoitecer
É como uma flor outonal
sendo embalada pelo sopro frio do vento
É tão sensível e cheia de dobras
quanto a mão de uma criança
Imersa por horas a fio na água do mar
Aguardando a melhor conchinha no empuxo da onda

Um comentário:

Anônimo disse...

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